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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

CHÁS E PLANTAS MEDICINAIS NO TRATAMENTO - REDUÇÃODA ANSIEDADE -#6 CHÁS C...


CHÁS E PLANTAS MEDICINAIS NO TRATAMENTO PARA REDUÇÃO ANSIEDADE -#6 CHÁS COM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA Nesse vídeo apresento #6 CHÁS COM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DOS RESULTADOS PARA DIMINUIR A ANSIEDADE . https://youtu.be/h3KldnD34IA A fonte de consulta foi artigo abaixo: FONTE: Plantas medicinais no tratamento do transtorno de ansiedade generalizada: uma revisão dos estudos clínicos controlados Medicinal plants for the treatment of generalized anxiety disorder: a review of controlled clinical studies Thalita Thais Faustino1, Rodrigo Batista de Almeida1, Roberto Andreatini1 1 Laboratório de Fisiologia e Farmacologia do Sistema Nervoso Central, Departamento de Farmacologia, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, PR, Brasil As plantas utilizadas nestes estudos foram: Piper methysticum (kava-kava), Passiflora incarnata, Valeriana officinalis, Ginkgo biloba, Galphimia glauca e Matricaria recutita (camomila). Apesar do grande número de estudos pré-clínicos avaliando o potencial efeito ansiolítico de extratos de plantas, poucos estudos clínicos controlados têm sido realizados. Em geral, estes trabalhos apresentam problemas metodológicos (p.ex. pequeno número de pacientes, ausência de grupo controle, ausência de critérios diagnósticos, inclusão de grupos heterogêneos, curto período de tratamento, baixas doses das drogas comparativas) que dificultam uma conclusão mais consistente sobre a eficácia desses extratos. Entre as plantas estudadas, o Piper methysticum (kava) é o que possui maior evidência de um efeito ansiolítico, embora sejam escassos os estudos em pacientes com patologias específicas, como o TAG. Outras plantas apresentaram resultados promissores, como a Ginkgo biloba e a Matricaria recutita (camomila), aparentemente com expressivo significado clínico, com ES equiparado ao das drogas atualmente empregadas no TAG (BDZ, buspirona e antidepressivos). Além disso, existe a proposta de que alguns destes extratos atuariam por um mecanismo diverso dos ansiolíticos atualmente em uso (gabaérgico, para os BDZ, ou serotonérgicos, para a buspirona), como G. biloba, que atuaria no eixo hipotálamo- pituitária-adrenal, não interferindo no sistema GABA33. Esta seria uma das justificativas do estudo de fitoterápicos: a descoberta de novas drogas eficazes com novos alvos terapêuticos. Os resultados com Passiflora incarnata e Galphimia glauca também sugerem um possível efeito ansiolítico e os da Valeriana officinalis são menos conclusivos. Um dos fatores que motivam a busca por novos ansiolíticos é a preocupação com os efeitos adversos com as drogas atuais. Neste sentido, o Kava-Kava, fitoterápico mais estudado em estudos controlados, é o que apresentou maiores e importantes efeitos colaterais (p.ex. hepatopatia), que podem limitar o seu emprego. Portanto, além dos estudos clínicos controlados, devemos estar atentos à farmacovigilância dos fitoterápicos.

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